Sinais que vem das Ruas: O cuidado de vidas plurais nos espaços diversos
A oficina é um convite para transitar no espaço escola, espaço rua, espaço arte, espaço cuidado e para o vivenciar uma intervenção poética sobre as produções de existências, afetos e afecções a partir do compartilhamento de uma ferramenta artística de cuidado intitulada “Bullying, Qual é a Graça?”
A atividade convoca o agenciamento de corpos e existências para a ativação de tecnologias leve e leves duras, para o engravidar conceitos e promover a micropolíticas do cuidado no encontro. Convoca o tensionamento sobre o bullying para despertar e conectar experiências de rupturas dos ciclos de violência.
O teatro do Oprimido e o corpo sentinte em um agir militante norteiam a experimentação que traz para cena a engenhoca que faz do pesquisador o sujeito implicado no campo de pesquisa, no chão da escola na conexão de mundos no abrir ao abrir do portão, dos portões, para apresentar e ofertar aos participantes da Oficina a experiência como dispositivo-ferramenta é de uma força que produz movimentos. Momento que aciona, de forma inventiva novas experimentação da arte como produção do vivido fora. Marcas, cicatrizes negativas não podem ser em pele consideradas, mas agenciamentos sim tatuados a abrir planos portas de cuidado do sofrimento.
Merhy, Emerson Elias; Gomes, Maria Paula Cerqueira; Silva, Erminia; Santos, Maria de Fátima Lima; Cruz, Kathleen Tereza da; Franco, Tulio Batista. Divulg. saúde debate ; (52): 153-164, out. 2014.
Merhy EE. Anormais do desejo: os novos não humanos? Os sinais que vêm da vida cotidiana e da rua. In: Conselho Federal de Psicologia. Grupo de Trabalho de Álcool e outras Drogas. Drogas e cidadania: em debate. Brasília, DF: CFP; 2012. p. 9-18.
MEIRELLES, V. Bullying, Qual é a graça? Escrever, ver, viver e escreviver. Rio de Janeiro: WAK Editora, 2025.

